Morreu aos 29 anos a jornalista paulistana Priscila Freitas, na madrugada desta segunda-feira (15).

Por Luciano Guaraldo e Micheli Nunes

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Priscila formou-se em Comunicação Social em 2013, mas já mostrava sua paixão pelo jornalismo muito antes, fazendo estágio em assessoria de imprensa na área de saúde e, na sequência, na redação do Diário de São Paulo, onde trabalhou no caderno de cultura e variedades.

Depois de dois anos como estagiária do Diário, voltou para a assessoria de imprensa, dessa vez na área de economia e negócios, até ser convidada para voltar à redação como repórter de entretenimento e colunista de música. Semanalmente, apontava promessas da música - revelou nomes como Marília Mendonça e Lucas Lucco. Também mantinha um blog no portal do Diário, o Pagonejo, no qual falava de seu assunto favorito.

Após o fechamento do jornal, passou a trabalhar em uma assessoria própria, a LP na Mídia, e ainda escrevia para os suplementos da Gazeta de SP. Também era entusiasta da cultura paulista tradicional, algo a que se dedicava trabalhando na divulgação dos eventos Revelando São Paulo.

Engajada em causas sociais, budista e muito espiritualizada, Priscila era admirada pelos colegas por sua animação e alegria mesmo nos momentos mais difíceis. Com um faro inigualável para a música popular e uma paixão pelo Carnaval, sambava no Anhembi e na redação, sempre com uma risada ouvida de longe.

Priscila deixa uma filha, Helena, de 2 anos, e o marido, Carlos Augusto.

Lamentam seu falecimento Luciano Guaraldo, Micheli Nunes e toda a equipe que trabalhou com Priscila no Diário de São Paulo