Ato em frente à Abril pede manutenção da liberação sindical

O Sindicato também fez um chamado ao movimento sindical, que começou a enviar moções à Editora Abril reivindicando a manutenção da liberação do presidente Paulo Zocchi

Por Redação

A audiência entre o Sindicato dos Jornalistas no Estado São Paulo e a Editora Abril, representada por 3 advogados e um funcionário dos Recursos Humans, realizada na tarde desta quinta-feira, dia 29 de outubro, no Minitério Público de São Paulo, não terminou em acordo. Foram 50 minutos de tentativas. mas a diretoria da editora Abril exige a volta ao trabalho do presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo (SJSP), Paulo Zocchi, a partir desta sexta-feira, dia 30. O Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo fará um ato pela manutenção da liberação sindical, às 7h, em frente à Editora Abril (av. Otaviano Alves de Lima, 4.400).

O Sindicato fez um chamado ao movimento sindical que, de forma solidária, começou a enviar moções à Editora Abril reivindicando a manutenção da liberação do jornalista Paulo Zocchi para o exercício do mandato sindical, sem prejuízo de vencimentos e direitos, até o fim do atual mandato (agosto/2021).

Até o momento, o Sindicato dos Jornalistas de SP recebeu a cópia de 25 dessas moções, a começar pelas enviadas pela Central Única dos Trabalhadores e pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ). 

Na área da comunicação, se manifestaram até o momento os sindicatos de jornalistas do Município do Rio de Janeiro, do Estado do Ceará, e do Norte do Paraná, a Federação dos Trabalhadores da Indústria Gráfica, da Comunicação Gráfica e dos Serviços Gráficos do Estado de São Paulo, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas de Presidente Prudente e o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Gráfica, da Comunicação Gráfica e dos Serviços Gráficos de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e Região.
Também foram enviadas moções pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, dos Energéticos do Estado de São Paulo (Sinergia), pelo SindSaúdeSP, pelo Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo, dos Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Distrito Federais (Sindsep-DF), pelo Sindviários, pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Santos (Sindserv), dos Municipais de Ribeirão Preto Guatapará e Pradópolis, dos Municipais de São Vicente, pela Subsede Ribeirão Preto da Apeoesp e pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sintapi), Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP), Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas, Farmacêuticas, Plásticas e Similares de São Paulo e Região, Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Instituto Vladimir Herzog, Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São Vicente (SindServSV).